Documentário - Corrida espacial

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Documentário - Corrida espacial

Mensagem por cineas em Dom 3 Jan - 12:39:14

Corrida espacial por foguetes












Corrida Espacial: Corrida por Satélites









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Corrida Espacial: Corrida pela Sobrevivência













Corrida Espacial: Corrida para Lua







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Wernher von Braun




O engenheiro de foguetes Wernher von Braun já havia escrito uma série de artigos na revista Collier’s Weekly sobre a possibilidade de uma frota de 10 potentes espaçonaves, cada uma tripulada por 70 astronautas, viajar à Marte quando seu foguete Saturno V enviasse a tripulação da Apollo 11 à Lua.
Von Braun pretendia que sua visão se tornasse o próximo estágio do já bem-sucedido programa espacial tripulado da NASA. Seus ambiciosos planos iniciais foram revistos para transportar apenas 12 astronautas, que viajariam em espaçonaves gêmeas para Marte.
Esta missão mais modesta incluía um veículo orbital, um foguete nuclear de três estágios equipado com uma face triangular, e um módulo de excursão reutilizável para explorar a superfície do planeta.
Os testes estavam previstos para começar em 1978, e o primeiro pouso em Marte seria em 1982. O projeto recebeu o apoio da NASA quando o Space Task Group (Grupo de Tarefas Espaciais) apresentou seu relatório final em setembro de 1969, recomendando o projeto completo.
Mas o final dos anos de 1970 foi a pior época do programa espacial. A expectativa de que o tesouro nacional gastasse cerca de US$78,2 bilhões em dez anos em uma estação espacial, uma base lunar, um ônibus espacial e na exploração de Marte não despertou a mesma euforia do primeiro pouso na Lua. Vôos longos tripulados não seduziram a imaginação do público.
As imagens granuladas em branco e preto de um planeta desolado e empoeirado, enviadas pela sonda espacial Mariner 4, não convenceram a opinião pública. Distraída por iniciativas que garantiam mais votos, a administração de Nixon cortou o orçamento do sonho de Von Braun. O único elemento do projeto que sobreviveu foi o design do ônibus espacial.
O Dr. von Braun foi transferido para a sede da NASA em Washington D.C em 1970, depois de ter sido nomeado Vice-Administrador Associado de Planejamento. Mas apenas dois anos depois, o Dr. von Braun se aposentou da NASA.
Von Braun morreu em 1977. Sua lápide se refere ao salmo 19.1; “Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos!”



Foto de Maio de 1964. Dr. Von Braun torna-se Diretor do NASA Marshall Space Flight Center em 1 de julho de 1960. (foto NASA)



Wernher von Braun (no centro com o braço engessado) no momento da sua rendição na II Guerra Mundial







Com Walt Disney (a esquerda) em 1954.





Sergei Korolev






Sergei Pavlovich Korolev (em russo: Серге́й Па́влович Королёв) (Jitomir, 30 de dezembro de 1906Moscou, 14 de janeiro de 1966) foi um engenheiro ucraniano.


Foi o engenheiro de
foguetes que projetou os primeiros foguetes soviéticos, e que tornou-se o engenheiro-chefe do programa espacial soviético.
Sergei Korolev foi, ao contrário do que se comumente pensa, o verdadeiro criador do desafio de levar homens à
Lua. Embora a URSS nunca tenha admitido publicamente que pretendia este feito, ao contrário dos EUA, a partir do desafio público lançado pelo presidente John F. Kennedy.
Em
1922, Korolev foi aprovado em um exame de admissão a escola de construção em Odessa, Ucrânia. Lá, começou a se interessar pela aviação. Dois anos depois, Korolev entrou no Instituto Politécnico de Kiev, onde conheceu e se reuniu com estusiastas de planador. Em 1926, ele se transfeiru para a Escola Técnica Bauman de Moscou (MVTU), a melhor faculdade de engenharia da Rússia.
Concluiu seus estudos na MVTU em
1929. Em 1931, entrou no Instituto de Hidrodinâmica e Central Aérea (TsAGI). Em seguida, em julho de 1932, Korolev foi escolhido chefe do grupo de pesquisa em propulsão do jato (GIRD), um dos centros de pesquisas em desenvolvimento de foguetes mais modernos da URSS. Em 1933, o grupo reorganizou o instituto de pesquisa em propulsão do jato (RNII), onde Korolev se tornou chefe. Nela, o engenheiro conduziu o desenvolvimento de um planador equipado de foguete e de mísseis de cruzeiro.
No período de grandes expulsões feita por
Josef Stalin, Korolev foi preso e levado para um acampamento em Gulag, na Sibéria, em 27 de junho de 1938. Em março de 1940, Korolev retornou a Moscou e foi levado a prisão de Butyrskaya. No dia 10 de julho do mesmo ano, uma comissão especial liderada por Lavrenti Beria, chefe da polícia secreta de Stalin, sentenciou Korolev a oito anos de trabalhos forçados em acampamento, acusado por sabotagem. Porém, em setembro, ele foi transferido para o sharashka, um departamento de projeto de aviação na prisão. Era chamado oficialmente de KB-29. Ao mesmo departamento foi levado Andrei Tupolev, também prisioneiro em Gulag.
Em
8 de setembro de 1945, Korolev viajou a Alemanha para a avaliação e restauração dos mísseis V-2 balísticos. Em agosto de 1946, ainda na Alemanha, Korolev foi nomeado chefe de um departamento no NII-88, criado recentemente em Podlipki, nordeste de Moscou. A organização era responsável pelo desenvolvimento e produção industrial do míssil, baseado na tecnologia do V-2 alemão.
Korolev conduziu o desenvolvimento de diversas gerações de satélites lançados por mísseis balísticos, de veículos de lançamento com fins científicos, militares e de comunicações. Ele também desevolveu projetos de exploração interplanetária e equipou as naves espaciais soviéticas. Ele morreu no auge de sua carreira, em
14 de janeiro de 1966, em decorrência de uma operação cirúrgica.



koraleve com iuri gagarin



Comemoram-se em 4 de Outubro passado os cinquenta anos sobre o lançamento do Sputnik, o engenho que marcou a primeira aventura do homem no espaço. Após o lançamento deste primeiro satélite artificial da Terra o mundo percebeu que o caminho das estrelas estava finalmente aberto e à espera de ser explorado. Mas foi o sonho de um engenheiro aeroespacial, Sergei Pavlovich Korolev, e não o da Nomenklatura do Kremlin, que lançou a União Soviética em órbita e a alcandorou, na época, ao topo da corrida pelo espaço, arrastando consigo uns EUA atónitos e genuinamente preocupados com a supremacia espacial da URSS.

Em 1911
Konstantin Tsiolkovsky, um dos visionários cientistas que começaram a dar corpo ao sonho da humanidade em se libertar das amarras do planeta, proferiu a profética frase: "A Terra é o berço da Humanidade, mas a raça humana não pode ficar no berço para sempre". Foi esta ideia de libertação que inspirou Sergei Pavlovich Korolev, hoje justamente considerado como o motor por detrás do programa espacial soviético e um dos grandes pioneiros da conquista do espaço, para realizar o que viria a constituir um dos "passos de gigante" da Humanidade.
Vítima, em 1938, das
purgas estalinistas, Korolev foi deportado para um gulag na Sibéria, de onde foi libertado três anos mais tarde pois o regime necessitava desesperadamente de engenheiros que contribuíssem para o esforço de guerra contra o III Reich. Em plena Alemanha, para onde foi enviado por Stalin em 1945 no final da II Guerra Mundial, Korolev embrenhou-se na recuperação e no estudo da tecnologia por detrás das bombas-foguete V-2 alemãs, que lhe serviriam de fonte de inspiração para o trabalho que viria a desenvolver já em 1957 no Special Design Bureau: o R-7 Semyorka, primeiro míssil balístico intercontinental, criado em plena Guerra Fria para lançar bombas nucleares sobre os EUA.
Mas o sonho das estrelas de Korolev continuava intacto e, a 4 de Outubro do mesmo ano, propulsionado por uma versão modificada do R-7, o Sputnik 1 entrou em órbita, seguido um mês depois pelo
Sputnik 2 que transportou para o espaço a cadela Laika, o primeiro ser vivo a entrar em órbita terrestre, e por três outras unidades do Sputnik.


Entusiasmado e claramente dominador na
luta de titãs que caracterizava o programa espacial soviético, Korolev finalizou, com o beneplácito do Politburo e dos generais do Exército Vermelho, o desenho do primeiro veículo de lançamento russo: o foguetão Soyuz e a nave espacial Soyuz, como parte do Programa Soyuz e iniciou os planos para a construção do gigante dos foguetões com que esperava ganhar a corrida da Lua: o falhado N1.
Sergei Korolev viria a falecer com 59 anos, em 1966, no apogeu da sua genialidade, mas os engenhos Soyuz, marcos decisivos da era espacial que perduram do
plano espacial soviético continuam ainda hoje ao serviço do plano espacial russo e os satélites Sputnik, permanecerão para sempre como a marca indelével do génio de um homem que ousou sonhar com as estrelas e tornar realidade os seus delírios oníricos.






































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