Armas Secretas do 3º Reich – As “Sonderwaffen” de Adolf Hitler

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Mensagem por cineas em Qui 17 Set - 15:17:27

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Armas Secretas do 3º Reich – As “Sonderwaffen” de Adolf Hitler

Como a tecnológia bélica nazista ultrapassou barreiras ao tentar implementar as mais perfeitas máquina de guerra, assunto que ainda é motivo de controvérsias em pleno século XXI


Foguetes V2, Tecnologia infravermelha, caças com designs aero-dinâmicos e tanques gigantescos. Esses são meros exemplos das tecnologias criadas por cientistas nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, cujas intenções eram a aniquilação rápida dos adversários do 3º Reich e a supremacia militar de um império motivado por ódio e rancor. Os inúmeros inventos dos alemães chegam até espantar cientistas contemporâneos, vão desde os primeiros protótipos de uma tecnologia infra-vermelha a ser utilizada em rifles e veículos, submarinos gigantescos, tanques em pequena escala controladas por controle remoto e aviões com uma aerodinâmica estranhíssima e inovadora para a década de 40 , como os “caças delta” dos irmãos Horten. Parte dessas tecnologias foram usurpadas e roubadas pelos aliados em 1945, cujas intenções eram o roubo de novas tecnologias para um futuro e suposto uso, sem perceberem o mal que tinham em mãos

Para entendermos a febre da evolução bélica, devemos voltar para o século XIX. O ferro e o aço, diferentemente do ouro e de outras commodities dos séculos XVIII e XVII, eram fatores determinantes de um país desenvolvido. Países cujos setores secundários eram altamente evoluídos, superando o setor agrícola em termos de produção, possupiam indústrias siderúrgicas de ponta. Assim sendo, quando em tempos de paz, a área de pesquisa era totalmente voltada ao setor bélico e afins. Caso que exemplifica a Prússia. Desde a unificação alemã (1862-1870), o país investiu no setor bélico desde o início, por ter uma indústria altamente desenvolvida e sem dependências de capital externo. De 1870 até 1930, a Alemanha Unificada teve um setor bélico de ponta, superando países como França e Inglaterra em termos de quantitividade de produção. A Corrida Armamentista da Bélle Époque (1875-1914) foi motivada por diversos fatores, entre eles estava o medo da supremacia alemã em seu exército e a necessidade de armar-se contra uma suposta nova guerra. No caso seria a grande guerra.

A Era dos fascismos (1918-1945) foi o período em que a tecnologia bélica saltou de 2 para 100. A Alemanha arrasada pelo tratado de versalhes, procurou em pouco tempo pesquisar novas táticas de guerra, empreendimento de novas tecnlogias em guerra e uma remilitarização em etapas. Apesar de estar derrotada, a Alemanha parecia preparar-se para uma “grande revanche” contra os seus rivais da Entente Cordialle. Em 1933, Adolf Hitler assume o poder, e a partir de então promete que o expansionismo militar era necessário para reconquistar a glória perdida do povo alemão e a supremacia ariana. Estava dada a largada para o incentivo maçico nos setores bélicos.

Hitler sabia que, para ter o maior exército da Europa, seria necessário as melhores tecnologias. Durante a República de Weimar (1919-1933), diversos cientistas e pesquisadores alemães surgiam em cada ponto da Alemanha. Durante essa época, a Física evoluia em exponencial, a Química descobria as forças atômicas e a Biologia tratava da genética. Exemplos de cientistas famosos foram os irmãos Horten. Os irmãos desenhavam aviões em formas de Delta (Asa-Delta). Seus desenhos consistiam de aviões com uma aerodinâmica bastante incrível. A brincadeira começou a ficar séria quando eles entraram para a Luftwaffe, força aérea alemã, como projetistas de aviões. A seriedade plena e desenvolvimento de seus vaiões de turbina a jato só começou a ser feita em 1945 com a aprovação de Hermann Goëring (Chefe da Luftwaffe). Porém, com o fim da guerra, parte dos aviões ficaram abandonados em Hangares e depois roubados pelos americanos. Caso o projeto fosse aceito antes de 45, o destino de algumas batalhas provavelmente seriam outras.

(Evolução Cima pra Baixo - Planejamento - Protótipo - Sendo roubada pelos americanos - Projeto Americano do Horten - Avião Stealth Atual com os mesmos desenhos)

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Mera coinscidência?


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No setor de misseis balísticos, destacou-se o famoso físico Werner Von Braun. Os famosos misseis V1 e V2 eram , para a década de 40, algo totalmente irreal e fora do comum. As pessoas ao verem misseis desses atingirem suas cidades achavam serem coisas de outros planetas, principalmente em Londres. Um projeto pouco divulgado fora o Hochdruchkannone V3 , ou Projeto V3. Tal ambicioso projeto era de uma espécie de lançadores de diversos misseis capazes de jogar 600 toneladas de explosivos em Londres por dia. Em apenas uma noite, Londres teria 70% de sua cidade destruída. O Projeto foi destruído por bombardeiros americanos em Mimmoyecques, Norte da França banhando o canal da Mancha. Com o fim da 2GM, Werner Von Braun foi transferido pelo governo norte americano para trabalhar em um futuro “projeto espacial”. Na Guerra Fria, o mesmo foi responsável pela criação do programa Apolo 11 que colocou o homem na lua.

(Cima pra Baixo -Von Braun e Kennedy/V1/V2/V3)

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Dentre outros projetos dos nazistas, o mais conhecido esta o Messerchmidt 262, o primeiro caça-jato do mundo. Chegando a atuar em combate e tendo um desempenho destruidor, em 2 noites de 1944, 100 aviões da RAF foram abatidos por 5 ME-262 !! Outros protótipo famoso foi o Me 163 Komet . O “Pequeno Jumbo” ou “Jumbinho” apelidade pelos ingleses, chegava a 320 km/h, podendo chegar a uma altura máxima de 12,000 m de altitude. Devido a uma imensidão de problemas, o projeto do jatinho teve que ser abandonado devido a problemas de combustível de de controle no ar. Os 2 projetos foram roubados pelos aliados em 45.

(Me 262 / Me 163 Komet)
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Os projetos extremamente pouco divulgados, foram as tecnologias exclusivas dos nazistas. Foram eles que criaram o primeiro sistema infravermelho para armamentos. O sistema consistia de um “canhão de luz” que soltava luz negra, onde a luz refletia, era possível, através de uma scope, observar o local refletido formado com uma película fosforescente verde em ambientes noturnos. Tal projeto fora roubado pelos americanos e utilizado durnate a guerra da coréia em 1953. Devido ao tamanho do equipamento, os norte americanos desenvolveram equipamentos menores, tal como conhecemos as visões noturnas de hoje.


(Soldado utilizando o sistema noturno em uma STG 44- luneta de cima reflete luz negra, a de baixo capta a imagem)

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Estima-se que 30% das tecnologias nazistas expropriadas pelos americanos e/ou ainda não divulgadas estão tecnologias fora-do-padrão físico, ou seja, sejam tecnologias extremamente avançadas as quais a física não conseguiria explicar devido a provas e materiais terrestres. Tal Caso são os famosos “OVNI” Haunebu e Vril. Certos documentos da Luftwaffe começaram a aparecer em 1948 com projetos ambiciosos de discos voadores em formato cilindrico e de disco(os mais famosos). Muitas fotos da época mostravam esses discos sobrevoando campos abertos e em alturas bem altas. Testemunhas oculares diziam que tais objetos conseguiam se movimentar verticalmente e horizontalmente sem quaisquer dificulades. A grande especulação é que parte dessas fotos , 70% , foram forjadas e tratam-se de farsas. Porém, muitas dessas foram tomadas pelos governos norte americano e britânico. Na década de 60, um vídeo mostrava americanos transportando um disco gigantesco em um Hangar da USAF, United States Air Force (Força Aérea dos EUA)

("Supostas" imagens do Haunebu -O que supostamente seria uma fraude, começa a se tornar uma verdade incoviniente para certos governos que escondem suas tecnologias - Ultima Foto, o OVNI americano)

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É de espantar que, quase a totalidade dessas tecnologias hoje estejam nas mãos de outros países e foram roubadas para fins não-pacíficos. Parte dessas tecnologias hoje esta sendo usadas para o desenvolvimento de novas armas que irão, num futuro não tão distante, em novas guerras, que são fomentadas pela ambição de políticos e militares de alto comando para a aniquilação da humanidade. Vale em tal ocasião a frase de Mahatma Ghandi: “Olho por olho e o mundo acabará cego”







Bibliografia

World War 2 Infantry Weapons – Roberto Carnier – Pg 300 – Secret Weapons of WW2
World War 2 – HP Wilmmott
Eric Hobsbawm - A Era dos Extremos

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É durante os conflitos armados que podemos observar os maiores avanços na tecnologia. A motivação extra para ganhar e a investigação em algumas áreas, leva a progressos extraordinários que, não fossem o esforço de guerra, levariam décadas a serem alcançados. A Segunda grande guerra mundial não foi uma excepção. Alguns dos mais notórios avanços, tiveram a sua génese na investigação alemã durante este conflito, como por exemplo, o programa espacial Russo e Americano na década de 60.
A maior parte de nós já assistiu a programas sobre as armas secretas do regime nazi que, se tivessem entrado em cena noutro momento, poderiam ter invertido o rumo e o desfecho da segunda grande guerra mundial. A Alemanha desde muito cedo que se assumiu como uma nação cientificamente superior, o que lhe valeu um avanço significativo na tecnologia militar utilizada nas primeiras fases do conflito. Talvez por pensar que a guerra já estava ganha, Hitler colocou uma menor ênfase no desenvolvimento bélico ao longo do guerra, o que acabou por se verificar decisivo na fase final. Quando a maré se inverteu, a Alemanha voltou novamente a virar-se para a investigação de armas altamente sofisticadas, num acto desesperado de voltar a virar o rumo do conflito.
Essas armas extraordinárias ou "wunderwaffe" chegaram já tarde demais ao teatro de guerra mas, e se tivessem chegado mais cedo?









WunderWaffe 1 - Visão Vampiro
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A Sturmgewehr 44 foi o primeiro rifle de assalto, similar às modernas M-16 e Kalashnikov AK-47. O ZG 1229, também conhecido pelo nome código vampiro, podira ser utilizado por sinppers à noite, através da sua visão por infra-vermelhos. Foi utilizada nos últimos meses da guerra.
WunderWaffe 2 - Tanques Super-Pesados
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Os engenheiros Alemães trabalharam em inúmeros desenhos de tanques super-pesados e o Panzerkampfwagen VIII Maus foi o modelo mais pesado a ser feito em protótipo durante a Guerra. Este tanque pesava cerca de 180 toneladas.
A versão Bear com 1.500 toneladas carregava dois canhões de 800mm e dois auxiliares de 150mm em torres rotativas atrás. Para locomover esta gigantesca estrutura eram necessários quatro motores diesel de submarino U-boat.
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WunderWaffe 3 - O primeiro míssil de cruzeiro do mundo
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Propulsionada a jacto, as V-1 começaram a ser lançadas logo depois do dia D, a 13 de Junho de 1944.
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WunderWaffe 4 - O primeiro ICBM - missil balístico inter continental
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Sucessor da v-1, a V-2 foi o primeiro objecto feito pelo homem a alcançar o voo espacial sub-orbital. Viajando a velocidades que alcançavam os 4.000 km/h, era impossível de interceptar e alcançava o alvo mais rápido que a velocidade do som.
Os Foguetes V-2 possuíam um grau de sofisticação elevado para a época, o que os tornava caros face ao poder destrutivo da sua pequena ogiva convencional. Eram lançados a partir de estações móveis, e quando utilizados contra os civis na cidade de Londres, lançaram o medo e pânico entre a população.
Cerca de 3.000 V-2 foram disparadas contra os aliados, matando cerca de 7.000 civis e militares, somente cessando o lançamento quando as forças do Reich foram obrigadas a recuar para além do alcance da arma. Se os alemães tivessem tido mais tempo, o rumo da guerra poderia ser bem diferente, pois o programa em curso incluía ogivas nucleares (em desenvolvimento) ou opções químicas e biológicas que nunca chegaram a ser utilizadas.

WunderWaffe 5 - O avião com propulsão a Jacto
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Messerschmitt Me 262
A aplicabilidade do propulsor a jacto a um avião militar, foi também um dos muitos caminhos percorridos pela máquina militar Alemã. Os engenheiros, para além de desenharem o modelo e protótipo, criaram condições para que este entrasse ao serviço antes do final da guerra mas, não em número suficiente que mudasse o curso da mesma a favor da Alemanha. O Messerschmitt Me 262 apesar de incrivelmente avançado, tinha ainda prestações pobres em combate por não estar substancialmente desenvolvido. Apesar disso, o Me262 reclamou mais de 500 vitórias, perdendo-se 100 aeronaves Alemãs.
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Messerschmitt Me 163 - propulcionado a motores de foguete
Como sucessor do Me 262 estava a ser projectado o Ta-183 que somente foi testado em túneis de vento à data do termo do conflito. Curiosamente, anos mais tarde os Soviéticos projectaram um versátil caça de combate, o temível MIG-15, cujas semelhanças com o protótipo Alemão, apesar de categóricamente desmentido pelo regime soviético, são por demais evidentes.
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Protótipo Alemão do Ta-183
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Mikoyan-Gurevich MiG-15
WunderWaffe 6 - Bombardeiro Sub-Orbital
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Silbervogel, ou Silverbird, era um bombardeiro táctico sub-orbital propulcionado por foguetes. Chegou a ser testado em túnel de vento mas não foi fabricado nenhum protótipo. É, no entanto, um gigantesco passo em termos de engenharia e visão de futuro, antevendo toda uma linha de veículos espaciais, como o Space Shuttle.
Os cientistas Alemães acreditavam que o Pássaro Prateado poderia atravessar todo o atlantico com uma carga de 4.000 Kg, alcançando o continente Americano. O voo seria feito sem escalas, pousando no Pacífico, em território Japonês.
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WunderWaffe 7 - Asa Voadora
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Horten H1
A asa voadora é uma aeronave de asa fixa que não possui nenhuma fuselagem. Todo o equipamento e tripulação é colocado dentro da estrutura principal da asa. Teoricamente, a "asa" é o avião mais eficiente do ponto de vista da aerodinâmica e peso estrutural. Argumenta-se que a ausência de quaisquer componentes externos e o poder elevatório da própria estrutura, proporcionam esse benefício. No entanto, como se tem vindo a provar ao longo dos anos, a complexidade e custo desta configuração é muito grande, permitindo que tenha uma aplicabilidade prática algo limitada na aeronautica civil moderna. O Horten H1, voou pela primeira vez em 1944. Depois da guerra, muitos protótipos surgiram com base na investigação Alemã.
Muitas outras armas fantásticas foram produzidas e testadas na tentativa de alcançar vantagem militar, nomeadamente, o helicóptero moderno, o canhão solar - que faria convergir os raios solares por forma a derreter aviões, máquina de Vortices - destinada criar tornados artificiais, ou o canhão de ar - que criaria condições atmosféricas impraticáveis para os aviões aliados.
Algumas destas tecnologias militares Alemãs permitiram que na última metade do século XX os Estados Unidos e a União Soviética protagonizassem uma gigantesca corrida às armas, aperfeiçoando muitos dos conceitos criados em primeira mão pela Alemanha. Outras, foram utilizadas para outros fins, mais bem pacíficos.










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OUTRAS ARMAS RARAS DA SEGUNDA GUERRA
























SAIBA UM POUCO MAIS SOBRE:



As Bases Secretas Alemãs do Pólo Sul


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Figura: Insignia da expedição alemã à Nova Suávia.

Um dos maiores mistérios da Segunda Guerra Mundial é o desesperado desenvolvimento de um tão grande número de armas secretas já quando a guerra estava definitivamente perdida. Alguns acreditam que os nazis – confrontados com a derrota eminente – estavam a construir um exército que lhes permitiria continuar a guerra noutras paragens do globo. Alguns acreditam que se tratava do Reduto Alpino, uma gigantesca série de subterrâneos ligados entre si para onde Hitler retiraria assim que a situação em Berlim fosse insustentável, outros, menos prosaicos, julgam que esse último Reduto era no Pólo Sul.
O interesse pelo Pólo Sul por parte da Alemanha nazi remonta praticamente ao momento da sua chegada ao poder. Já em 1938, Hitler tinha enviado o Capitão Alfred Richter para o Pólo Sul. Nessa expedição – longa de três semanas – dois hidroaviões foram lançados do navio Schwabenland (baptizado expressamente para essa missão) sobre os territórios que na altura a Noruega reinvidicada sob o nome de Queen Maud Land. A expedição aprofundou os conhecimentos sobre essa região do Pólo, cobrindo uma área de 370.070 km2, fotografando quase metade dessa área. Para demarcarem esse território, os hidroaviões lançaram nessa área algumas centenas de pequenas marcas de metal com a suástica e com um esporão de modo a que ao cairem ficassem cravadas verticalmente no gelo. Ao mesmo tempo esse território era reclamado para a Alemanha.
Já depois do começo do conflito, em 1940, dois baleeiros noruegeses foram capturados pelos fusileiros do navio corsário alemão Pinguin quando estavam atracados na Queen Maud Land. Pouco depois o mesmo sucederia com toda a frota. Entre 1940 e 1941 esse navio corsário afundaria uma tonelagem total de mais de 135.000 toneladas em cargueiros aliados, até que em Maio de 1941 seria perseguido e afundado pelo H.M.S. Cornwall da marinha britânica. Mas os seus irmãos gémeos, o Komet e o Atlantis continuaram em operação até ao fim da guerra naquelas mesmas águas.
Existem testemunhos da actividade de submarinos alemães nos mares do sul pelo menos até 1947. Como se conseguiriam abastecer? Pilhavam os navios que capturavam e depois afundavam? Ou usavam algumas instalações secretas construídas durante a guerra no Pólo?
Segundo um já citado artigo da revista “Brisant”, em Abril de 1945, dois cargueiros submarinos, o U-530 e o U-977 partiram do porto báltico de Kiel transportando membros das equipas que trabalhavam com no “Projekt Saucer”, planos e componentes para aeronaves discóides. Depois de abastecerem em Christiansund a 26 teriam descarregado na Neuschwabenland. A 17 de Agosto de 1945, os submarinos terminariam a sua viagem na Argentina. Um ano depois desse interrogatório os EUA organizavam a maior – até então – expedição ao Pólo Sul sob o publico propósito de “circumnavegar a costa Antártida de 16.000 milhas e mapeá-la.” Tratava-se da Operação Highjump, comandada pelo experiente Almirante Richard Evelyn com 13 navios, 2 navios com hidroaviões, 1 porta-aviões, 6 transportes R4D, 6 hidroaviões Martin PBM, 6 helicópteros, agrupando mais de 4.000 homens. A força militar reunida para este efeito era sem dúvida espantosa, especialmente se considerarmos que se tratava de uma expedição científica e que a guerra já tinha terminado. É certo que no final do conflito, o exército dos EUA tinha pessoal e equipamento em excesso e que podia reunir facilmente esses meios, mas estranha-se ainda mais que o primeiro ponto da costa da Antártida tocado pela expedição fosse precisamente a Neuschwabenland, a 27 de Janeiro de 1947, dividindo-se então em três. O relatório oficial da Operação Highjump afirma o seu completo sucesso, escrevendo-se nomeadamente que reuniu mais informação sobre o Antártico do que aquela que era previamente conhecida. Mas relatos que chegaram à imprensa afirmam que a expedição sofreu várias baixas logo no primeiro dia em que tocaram a Neuschwabenland, que quatro dos seis hidroaviões desapareceram e que embora a expedição devesse demorar cerca de 6 meses, regressou aos EUA ao fim de apenas algumas semanas, em Fevereiro de 1947. Ainda mais intrigante foi a declaração proferida pelo Almirante Evelyn a um repórter: “necessary for the USA to take defensive actions against enemy air fighters wich come from the polar regions”, caças de natureza nunca especificada. É certo que com o advento da Guerra Fria, e numa fase em que ainda não existiam misseis intercontinentais, o trânsito pelo Pólo Norte era a via mais curta para os bombardeiros soviéticos atacarem a América do Norte. Evelyn podia referir-se a esse Pólo. Mas a entrevista abordava ao tema da sua expedição à Antártida. Então que “caças inimigos” seriam esses?
Partindo da hipótese que os dois submarinos que aportaram na Argentina (facto comprovado) foram abastecer alguma base secreta alemã no Pólo, como se explica que tenham aportado à Argentina, arriscando assim a captura? Existem várias explicações:
1) as suas tripulações podem ter optado por não ficarem nas certamente lacónicas instalações polares em condições bastante adversas e com recursos escassos;
2) a própria chefia dessas hipotéticas instalações perante a impossibilidade física de acolher os tripulantes pode ter optado por enviá-los para a Argentina;
3) os dois cargueiros podiam estar em busca de mantimentos e os interrogatórios aos tripulantes afirmam que estes esperavam acostar a uma Argentina amigável (aliás, a Argentina estivera prestes a alinhar com a Alemanha no começo da Guerra).
Existe outra questão quanto a estes dois cargueiros submarinos: Se partiram de Christiansund a 26 de Abril de 1945 e se aportaram no Mar da Prata só em 17 de Agosto, onde estiveram durante esse período? Segundo o comandante do U-977, o Capitão Heinz Schaeffer, a sua missão era a de patrulhar o Atlântico Sul e quando estavam em Christiansund tinham ouvido pela rádio as notícias da rendição alemã. Confrontado perante a perspectiva de uma longa permanência nos campos de prisioneiros aliados, o comandante deu aos seus tripulantes a opção de serem deixados nas praias da Noruega ou de tentarem rumar até à Argentina, onde esperavam cobertura para poderem “desaparecer”, à semelhança do que preparavam tantos líderes nazis. Alguns tripulantes optaram por desembarcar na Noruega, o que ocupou o submarino nessas paragens até 10 de Maio. Após o que imergiram e – sempre sem subirem até à superfície – atravessaram o Mar do Norte, o Canal da Mancha, A Península Ibérica, a costa ocidental africana até sessenta e seis dias depois emergirem finalmente em pleno Atlântico. Dias depois desembarcavam para recolha de mantimentos na Ilha Branca do arquipélago de Cabo Verde. Depois de tornarem a zarpar camuflaram o submarino colocando-lhe velas falsas de modo a que ao longe parecesse um vulgar veleiro. Só quando se aproximavam do Rio de Janeiro é que pela radio souberam que o U-530 tinha, à semelhança do que pretendiam fazer, aportado no Rio da Prata e que a sua tripulação tinha sido capturada e entregue aos EUA. Sem outra alternativa, acabaram por decidir seguir-lhe o exemplo e a 17 de Agosto aportavam também eles no Mar da Prata, onde eram também capturados. Foi esta a história contada por Schraffer quando as autoridades militares argentinas lhe colocaram três questões: 1) Onde tinha estado o U-977 quando o cargueiro brasileiro Babia era afundado? 2) Porque é que o U-977 só tinha aportado à Argentina 4 meses depois do fim da guerra? e 3) O U-977 tinha levado alguém de “importância política” até à Argentina? Schraffer respondeu que nunca estivera na região onde o Babia fora torpedeado, justificara a demora com a história acima narrada e afirmara nunca ter transportado ninguém de de “importância política”. Semanas depois, uma comissão anglo-americana desembarcava na Argentina e submetia o comandante a um interrogatório mais apertado. Os enviados americanos insistiram na presença ou não de Hitler e Martin Bormann no submarino, e se tinham sido levados para a Patagónia ou para alguma base secreta na Antártida. Perante as repetidas negativas de Schraffer e do comandante do U-530, Otto Wehrmut, estes foram encerrados num campo de prisioneiros perto de Washington para novas sessões de interrogatórios. Por fim, os americanos cansar-se-iam e entregariam os dois militares aos britânicos que em Antuérpia conduziriam as suas próprias sessões de interrogatórios durante meses, igualmente sem conseguirem obter dos comandantes alemães outras respostas. Finalmente libertado, Schaeffer regressaria à Alemanha, mas por pouco tempo visto que meses depois partiria para a Argentina, onde juntaria à grande colónia alemã nesse país sul-americano.
A história do U-977 levantam uma série de questões intrigantes: Desde logo, o que teria levado os comissários aliados a acreditar que Bormann ou Hitler pudessem estar numa base alemã no Pólo Sul? Por outro lado, Schaeffer dificilmente pode ser considerado apenas “mais um” oficial alemão capturado, para além de todas as questões envolvendo a captura do U-977, o capitão também tinha passado boa parte da sua carreira protegendo os centros experimentais de Regen e Peenemunde, para o que merecera certamente uma alta classificação de segurança, o que também explicava a sua inclusão no selecto grupo de oficiais alemães que primeiro testou os novos submarinos Tipo XXI. Adicionalmente, Schaeffer não estava no Atlântico Sul pela primeira vez, tendo realizado diversas missões nessa região. Mas a permanência debaixo de água por 66 dias do U-977 também levanta algumas dúvidas. O sistema de Schnorkel permitia efectivamente que os motores e a tripulação recebessem ar por esse meio, mas só poderia obter o combustível necessário se se abastecesse pelo menos duas vezes num tanque, dos quais a Alemanha manteve alguns entre a Antártida e Gibraltar. Esses tanques submarinos com as suas 2.000 toneladas de combustível transportado podiam alimentar até 10 U-boats.
Quando à construção de instalações subterrâneas na Neuschwabenland, não existem dúvidas sobre a capacidade técnica da Alemanha para as construir nesse território. As construções subterrâneas alemãs na Europa assumiram proporções gigantescas e os trabalhadores e materiais poderiam ter sido discretamente transportados em cargueiros submarinos (como o U-977 e o U-530) até ao Pólo Sul. Quanto ao secretismo, recordemo-nos que as enormes fábricas subterrâneas do Harz só foram descobertas depois da guerra, pelo que instalações muito mais secretas, mais remotas e bastante menores tinham todas as possibilidades de permanecerem secretas durante todo o tempo necessário.
Embora seja provável que a um dado momento a Alemanha tenha construído algum tipo de instalações secretas na Antártida, não parece crível que essas instalações tenham alguma vez atingido as dimensões gigantescas que autores como M. K. Jessup defendem. Alías, a credibilidade das afirmações deste autor é imediatamente posta em causa quando o mesmo paralelamente à existência de bases alemãs no Gran Chaco, na Patagónia e na Antártida defende que os melhores cientistas alemães se teriam refugiado em imensas cavernas sob o solo da Lua.









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Mensagem por cineas em Sex 18 Set - 9:35:41

EXTRAÍDO DOS ARQUIVOS SECRETOS DA “SS”


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Armas Secretas do 3º Reich – As “Sonderwaffen” de Adolf Hitler ZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZPlanVril1
ARQUIVOS SECRETOS DA “SS”

O sistema solar de Aldebaran estaria a 68 anos-luz da terra, e teria dois planetas habitados. Os habitantes desse sistema solar seriam subdivididos num povo de mestres, de “homens-deuses” brancos (arianos) e em diferentes outras raças humanas. Estas ter-se-iam desenvolvido devido às mudanças climáticas sobre os planetas isolados e seriam o resultado de uma degenerescência desses “homens-deuses”. Esses mutantes teriam tido um desenvolvimento espiritual inferior aos “homens-deuses”. Quanto mais as raças se misturavam, mais seu desenvolvimento espiritual se degradava. Como conseqüência, quando o sol de Aldebaran começou a crescer, eles não puderam mais fazer viagens interplanetárias como seus ancestrais; tornou-se impossível para eles, sair de seus planetas.
Foi assim que as raças inferiores, totalmente dependentes da raça dos mestres, teriam sido evacuadas em naves espaciais e levadas para outros planetas habitáveis. Malgrado essas diferenças, o respeito era próprio entre essas duas raças, elas não se apossavam do espaço vital da outra. Cada raça respeitava o desenvolvimento da outra (contrariamente do que se passa entre os terrestres).
A raça dos mestres, os “homens-desuses brancos”, teria começado a colonizar outros planetas similares a terra há aproximadamente 500 milhões de anos, em seguida à expansão do sol de Aldebaran e do calor crescente que disso resultou e tornou os planetas inabitáveis. Alguns dizem que eles teriam colonizado em nosso sistema solar primeiramente o planeta Mallona (denominado também de Maldek, Marduk ou então Phaeton entre os russos) que teria existido, na época, entre Marte e Júpiter, onde hoje se encontram os asteróides. Em seguida, foi a vez de Marte, cujas grandes cidades piramidais e as feições marcianas bem conhecidas, fotografadas em 1976 pela sonda Viking, testemunham do alto nível de desenvolvimento de seus habitantes. Daí a suposição que os homens-deuses de Sumeran-Aldebaran vieram nessa época pela primeira vez a terra. Velhos traços de um sapato fossilizado, remontando próximo de 500 milhões de anos o testemunham, assim como um trilobite (classe extinta de artrópodes que viveram em toda a era paleozóica) fossilizado pisoteado com o salto desse sapato. Essa espécie de lagostim primitivo vivia então sobre a terra e desapareceu há 400 milhões de anos.
Os membros da Sociedade Vril pensavam que os aldebarianos aterrissaram mais tarde, quando a terra tornou-se pouco a pouco habitável, na Mesopotâmia e que formavam a casta dominante dos sumerianos. Denominavam esses aldebarianos “homens-deuses brancos”.
Mais tarde, os telepatas de Vril receberam a informação seguinte: a língua dos sumerianos era não somente idêntica a dos aldebarianos, assim como ela tinha também as sonoridades semelhantes ao alemão e a freqüência dessas duas línguas era quase idêntica.

Isso corresponde com a realidade? Digamos simplesmente que os planos de construção e as informações técnicas recebidas pelos telepatas - de onde quer que eles venham - eram tão precisos que nasceu a idéia mais fantástica jamais concebida pelo homem: a construção da “máquina para o Além”.
O conceito de “outra ciência” amadureceu nas mentes (em nossos dias empregaríamos o termo de “formas de energias alternativas”). Foi preciso três anos para que o projeto fosse colocado em condições.




Nessa primeira fase de “outra técnica” ou de “outra ciência” o dr. W. O. Schumann, membro das sociedades Thule e Vril, fez a exposição na Faculdade de Ciências de Munique.
Eis uma parte dessa exposição:


Em todos os domínios, existem dois princípios que determinam os acontecimentos, a luz e a
sombra, o bem e o mal, a criação e a destruição, como o positivo e o negativo na eletricidade.
Trata-se sempre de uma forma ou de outra!
Esses dois princípios - que designamos concretamente como os princípios criadores e
destruidores - determinam também nossos meios técnicos [...]
O princípio destruidor é a obra do Diabo, o princípio criador, a obra de Deus [...]
Toda a técnica baseada no princípio da explosão ou da combustão pode ser catalogada de
técnica satânica. A nova era que virá será a era de uma técnica nova, positiva e divina! [...]
(Extraído dos arquivos secretos dos SS).


No mesmo período, o cientista Victor Schauberger trabalhava num projeto similar. Ele tinha feito seu o ensinamento de Johannes Kepler, que possuía a doutrina secreta dos pitagóricos, retomada e mantida secreta pelos templários.
Essa doutrina tratava do saber sobre a implosão (neste caso, isso significa a utilização do potencial dos mundos interiores no mundo exterior). Hitler e todos os outros membros das Sociedades Thule e Vril sabiam que o princípio divino é sempre criador, quer dizer construtivo. Uma tecnologia que, ao contrário, repousa na explosão é pois, nesse caso, destruidora, oposta ao princípio divino. Quiseram então criar uma tecnologia baseada na implosão. A doutrina da oscilação de Shauberger (o princípio da série dos harmônicos = monocórdio) parte do saber sobre a implosão. Digamos mais simplesmente: implosão no lugar de explosão! Por meio das trajetórias de energia do monocórdio e da técnica de implosão penetra-se no domínio da anti-matéria e dissolve-se, assim, a gravidade.
A primeira nave em forma de prato foi construída no verão de 1922; sua propulsão era baseada na técnica de implosão (a máquina para o Além). Ela compreendia um disco de 8m de diâmetro, alteado por um disco paralelo de 6,5m de diâmetro e tendo abaixo outro disco de 6m de diâmetro. Esses três discos tinham em seu centro um orifício de 1,80m de diâmetro, onde montaram o propulsor de 2,40m de altura. Embaixo, o corpo central terminava em forma de cone. Nesse cone havia uma espécie de pêndulo que tinha por efeito estabilizar o aparelho. Os discos inferior e superior giravam em sentido inverso para criar um campo de rotação eletromagnético.
Não conhecemos o desempenho desse primeiro disco voador. Ele foi experimentado durante dois anos antes de ser desmontado e guardado nas oficinas de Messerschmidt em Augsbourg. Encontramos os auxílios financeiros para esse projeto nas contabilidades de diversas empresas industriais mencionadas sob o código “JFM”. É certo que o mecanismo Vril foi tirado da “máquina para o Além” mas ele foi classificado como “o levitador Schumann SM”.
A princípio, a máquina para o Além devia engendrar um campo extremamente forte ao redor dela e em sua vizinhança próxima, o qual fazia de todo o espaço circundante - nele compreendido o da máquina e seus ocupantes - um microcosmo completamente independente de nosso cosmo. Por sua força máxima, esse campo seria totalmente independente de todas as forças e influências do nosso Universo, tais como a gravidade, o eletromagnetismo, a radiação ou qualquer matéria. Ela podia mover-se à vontade em todos os campos gravitacionais sem que sentisse ou detectasse as forças de aceleração.
Em junho de 1934, Victor Schauberger foi convidado por Hitler e pelos maiores representantes das Sociedades Vril e Thule e trabalhou, daí em diante, em colaboração com eles.
O primeiro OVNI alemão surgiu em junho de 1934. Foi sob a direção do dr. W. O. Schumann que surgiu o primeiro avião circular experimental no terreno da fábrica de aviões Arado em Brandenburgo; tratava-se do RFZ 1. Por ocasião de seu primeiro vôo, que foi também o último, ele subiu verticalmente a uma altura de 60m, mas começou a dançar no ar durante alguns minutos. A empenagem Arado 196 que deveria guiar o aparelho mostrou ser completamente ineficaz. Foi com muito sacrifício que o piloto Lothar Waiz conseguiu pousá-lo no solo, escapar e afastar-se correndo, pois o aparelho começou a rodopiar como um pião antes de capotar e de ficar completamente em pedaços. Foi o fim do RFZ 1, mas o início dos engenhos voadores Vril.
O RFZ 2 ficou acabado antes do fim do ano de 1934; ele tinha uma propulsão Vril e uma “pilotagem por impulsão magnética”. Seu diâmetro era de 5m, e suas características eram as seguintes: os contornos do aparelho ficavam sombreados quando ele tomava velocidade, e ele se iluminava com diversas cores, o que é bem característico dos OVNIs. Segundo a força de propulsão, ele ficava vermelho, laranja, amarelo, verde, branco, azul ou violeta.




Ele pôde funcionar, e o ano de 1941 reservou-lhe um destino notável. Foi utilizado como avião de reconhecimento de grande distância durante a “Batalha da Inglaterra”, pois averiguou-se que os caças alemães standards ME 109 eram inadequados para vôos de reconhecimento transatlântico devido ao seu pequeno raio de ação.
Ele foi fotografado em fins de 1941 no alto do sul do Atlântico, quando se dirigia para o cruzador auxiliar Atlantis, que se encontrava nas águas da Antártica. Ele não podia ser usado como avião de caça pela seguinte razão: devido a sua pilotagem por impulsão, o RFZ 2 não podia efetuar mudanças de direção a não ser de 90°, 45° ou 22,5°. “É inacreditável”, irão pensar alguns leitores, mas são precisamente essas mudanças de vôo em ângulo reto que caracterizaram os OVNIs.
Após o sucesso do pequeno RFZ 2 como avião de reconhecimento de grande distância, a Sociedade Vril dispôs de um terreno de experimentação em Brandenburgo. O caça Vril 1 disco voador equipado com armas leves, voava no fim do ano de 1942. Ele tinha 11,5m de diâmetro, possuía uma cabina e uma “propulsão por levitação Schumann” e uma ”pilotagem por impulsão de campo magnético”. Atingia velocidades de 2.900 a 12.000 km/h, podia realizar em plena velocidade mudanças de vôo em ângulo reto sem prejuízo para o piloto, não estava submisso às condições atmosféricas e estava perfeitamente apto para voar no espaço. Construíram 17 exemplares do Vril 1; houve também diversas variantes com dois assentos, munidos de uma cúpula de vidro.
No mesmo momento, um projeto V-7 surgiu. Muitos discos voadores usavam esse nome, mas tinham uma propulsão por reatores convencionais. Foi graças a Andreas Epp que o RFZ 7 foi criado; ele combinava um disco voador por levitação com essa propulsão por reação. A equipe de Schriever-Habermohl e aquela de Miethe-Belluzo participaram da sua elaboração. Ele tinha 42m de diâmetro, mas fracassou por ocasião de uma aterrissagem em Spitzbergen. Nos arredores de Praga, fizeram entretanto, mais tarde, uma foto de um RFZ 7 construído do mesmo jeito. Segundo Andreas Epp, ele deveria ser equipado com ogivas nucleares e deveria bombardear Nova Iorque.
Em julho de 1941, Schriever e Habermohl construíram um avião circular que decolava na vertical, movido por uma propulsão por reação, mas que tinha, entretanto, graves perdas de força. Desenvolveram portanto outro “pião volante a eletro-gravitação” com uma propulsão a taquions, que teve melhor resultado.
Depois foi a vez do RFZ 7T; construído por Schriever, Habermohl e Belluzo, que também funcionou maravilhosamente. Mas comparados com os discos Vril e Haunebu, os discos voadores V-7 eram como brinquedos de crianças.
Até mesmo no meio dos SS encontrava-se um grupo que trabalhava para a produção da energia alternativa. Era a Secretaria de Estudo IV do Sol Negro = SS-E-IV, cuja meta principal era tornar a Alemanha independente do petróleo bruto estrangeiro. O SS-E-IV desenvolveu “o mecanismo Thule”, denominado mais tarde taquiador Thule, a partir do mecanismo Vril e do conversor de taquions do comandante Hans Coler.
Em agosto de 1939 decolou o primeiro RFZ 7. Era um pião volante equipado com armas mais ou menos pesadas, com o nome estranho de Haunebu 1. Ele tinha uma tripulação composta por oito homens, tinha 25m de diâmetro, sua velocidade de partida era de 4.800 km/h podendo atingir até 17.000 km/h.
Era equipado com dois “canhões de raios fortes” (KSK) de 60mm, montados sobre pequenas torres rotativas, e de quatro MK 106 e tinha uma aptidão média para voar no espaço.
Em 1942, o Haunebu II estava igualmente acabado. Seu diâmetro variava de 26 a 32m, sua altura era de 9 a 11m. Ele podia transportar uma equipe de 9 a 20 pessoas. Propulsado por um taquiador Thule, ele atingia na periferia terrestre 6.000 km/h. Era capaz de deslocar-se no espaço e tinha uma autonomia de 55 horas de vôo.
Já existiam então os projetos para a grande nave espacial Vril 7 de 120m de diâmetro que devia transportar companhias inteiras. Pouco depois foi construído o Haunebu III, exemplar absolutamente prestigioso entre todos, com seus 71m de diâmetro. Ele voou e foi até filmado: podia transportar 32 pessoas, sua autonomia em vôo era de mais de oito semanas e atingia uma velocidade de pelo menos 7.000 km/h (e pelos documentos dos arquivos secretos dos SS podia atingir 40.000 km/h).
Virgil Armstrong, ex-membro da CIA e aposentado de Green Baret, declarou que os engenhos voadores alemães durante a Segunda Guerra podiam aterrissar e decolar na vertical e voar em ângulo reto. Eles atingiam 3.000 km/h e estavam armados de canhões laser (provavelmente o KSK, canhão de raios fortes) que poderiam atravessar uma blindagem de 10 cm de espessura.
O professor J. J. Hurtak, ufólogo e autor do livro Die Schlüssel des Enoch (As Chaves de Enoch) disse que os alemães estavam em vias de construir o que os Aliados designavam de “sistema de armas milagrosas”, Hurtak teve em suas mãos os documentos mencionados:

1. a construção de Peenemunde, cidade para experiências de engenhos teleguiados para o
espaço;
2. a vinda dos melhores técnicos e cientistas da Alemanha.


páginas 179/180/181
Esses documentos mencionavam também a existência do que denominavam foo-fighters (bolas de fogo). A CIA e os serviços secretos britânicos já estavam a par, em 1942, da construção e do emprego de tais objetos voadores, mas eles não os apreciaram no seu verdadeiro valor. Os Aliados designavam, de fato, pelo nome de foo-fighters todas as espécies de aparelhos voadores luminosos alemães. Duas invenções correspondiam particularmente ao que denominavam de foo-fighter: as tartarugas voadoras e as bolhas de sabão. As duas nada tinham a ver entre si, mas os Aliados associavam-nas sem razão. A Tartaruga Voadora foi concebida pela secretaria de estudos SS-E-IV em Wiener Neustadt. Sua forma lembrava uma carcaça de tartaruga. Era uma sonda voadora sem tripulação que devia perturbar o sistema de ignição elétrica do material militar do inimigo. Essa sonda estava também equipada de armas sofisticadas, de tubos à Klystron, denominados raios da morte pelos SS. Mas a sabotagem por corte de contato não funcionou perfeitamente no início. Continuaram, mais tarde, a desenvolver essa técnica. Alguém que já viu os OVNIs poderá confirmar que esse corte de contato, quer dizer, a pane das instalações elétricas, é uma das características típicas dos OVNIs quando eles aparecem. Wendell C. Stevens, piloto da Força Aérea Americana durante a Segunda Guerra Mundial, disse que os foo-fighters eram as vezes cinza-esverdeado ou vermelho-alaranjado, que eles se aproximavam até 5m dos aviões e ficavam nessa posição. Não era possível desembaraçar-se deles, mesmo quando atiravam neles, obrigando as esquadrilhas a dar meia volta ou a aterrissar.
Quanto às bolhas de sabão, designadas freqüentemente de foo-fighters, eram de fato, simples balões no interior dos quais se encontravam finas espirais em metal para confundir os radares dos aviões inimigos. Sua eficácia provavelmente foi mínima, posto a parte o efeito de intimidação psicológica.
No início do ano de 1943, lançou-se o projeto de uma astronave em forma de charuto que deveria ser construída nas oficinas do Zepelim; era o “Aparelho Andrômeda” (139m de comprimento). Ele devia transportar várias naves espaciais em forma de prato para vôos (interestelares) de longa duração.
Uma reunião importante da Sociedade Vril teve lugar próximo do Natal de 1943 em Kolberg, estação balneária no Mar do Norte, à qual assistiram os médiuns Maria e Sigrum. O assunto principal tratava do “Empreendimento Aldebaran”. Os médiuns tinham recebido informações precisas sobre os planetas habitados, situados ao redor do sol de Aldebaran, e uma viagem foi programada para ir até eles. Em 2 de janeiro de 1944 Hitler, Himmler, Künkel e Schumann (estes dois da Sociedade Vril) encontraram-se para falar desse Projeto Vril.
Eles queriam dirigir-se, com o auxílio de uma grande astronave, o Vril 7, para Aldebaran via um canal dimensional. Segundo Ratthofer, o primeiro ensaio em vôo num canal dimensional teria acontecido no inverno de 1944. O aparelho teria evitado por um triz um desatre: pelas fotos do Vril 7, tomadas após seu retorno, disseram “que ele havia viajado durante um século”. O revestimento exterior das cabinas parecia muito usado, e ele estava estragado em muitos lugares.
Em 14 de fevereiro de 1944, o piloto de ensaio Joachim Rochlike testou em Peenemunde o helicóptero supersônico construído por Schriever e Habermohl, sob o nome de projeto V 7, o qual estava equipado com doze turbopropulsores BMW 028. Sua velocidade de decolagem vertical era de 48 km/h, ele atingia uma altura de 24.200m e sua velocidade em vôo horizontal era de 2.200 km/h. Ele podia ser propulsado também por uma energia não-convencional. Entretanto, jamais pode ser utilizado, pois Peenemunde foi bombardeada em 1944, e sua transferência para Praga tornou-se inútil, pois essa cidade foi ocupada pelos americanos e os russos bem antes que se pudesse utilizar os discos voadores.
Logo que ocuparam a Alemanha no início de 1945, os britânicos e os americanos descobriram, entre outras coisas, nos arquivos secretos dos SS, fotos do Haunebu II e do Vril 1 assim como também do aparelho Andrômeda. Em março de 1946, o presidente Truman fez com que o comitê da frota de guerra dos EUA desse permissão para reunir o material alemão para que eles pudessem experimentar essa alta tecnologia. Cientistas alemães, trabalhando secretamente, foram enviados aos EUA, fazendo parte do quadro da operação Paperclip. Tomavam parte nesse grupo Victor Schauberger e Werner von Braun.


Breve resumo das construções que deviam ser produzidas em série:


O primeiro projeto foi conduzido sob a direção do professor dr. W. O. Schumann da Faculdade de Ciências de Munique. Foi nesse conjunto que teriam sido construídos, no início de 1945, 17 discos espaciais voadores de 11,5 m de diâmetro, que teriam realizado 84 ensaios de vôo; eram eles que foram denominados os caças Vril 7 com o nome de Odin teriam decolado de Brandenburgo para Aldebaran, em abril de 1945, após terem feito explodir todo o terreno de ensaios, conduzindo uma parte dos cientistas do projeto Vril e os membros da loja Vril.
O segundo projeto foi levado pela secretaria de estudos IV dos SS, que fez construir, até o início de 1945, três tipos de piões espaciais de diferentes tamanhos em formato de sino:



páginas 182/183/184/185
1. O Haunebu I, com 25m de diâmetro e dois exemplares, testado 50 vezes (velocidade de
vôo por volta de 4.800 km/h).
2. O Haunebu II, com 32m de diâmetro e sete exemplares, testados 100 vezes (velocidade de
vôo perto de 6.000 km/h).
Foi previsto, de fato, construir o Haunebu II em série. Uma oferta teria sido feita pelas firmas
de aviões Dornier e Junkers. No fim de março de 1945, Dornier pegou o contrato. O nome
oficial desses pesados piões voadores teria sido DO-STRA (Dornier estratosférico).
3. O Haunebu III, com 71m de diâmetro, um só exemplar construído, voou pelo menos 19 vezes
(velocidade de vôo perto de 7.000 km/h).
4. O “Aparerlho Andrômeda”, astronave de 139m que podia receber um Haunebu II, dois Vril 1
e dois Vril 2. Ele ficou estacionado como projeto.


Existem ainda documentos atestando que o Vril 7, versão grande modelo, foi terminado no fim de 1944 e que, após os ensaios, ele fez alguns vôos que não ultrapassaram a órbita terrestre e foram mantidos em segredo:

1. aterrissagem perto do lago Mondsee em Salzkaammergut com ensaios de mergulho para
verificar a resistência à pressão na fuzilagem;
2. o Vril 7 provavelmente estacionou na “fortaleza dos Alpes” de março a abril de 1945 por
razões de segurança e por motivos estratégicos. De lá ele voou para a Espanha, onde
personalidades importantes do Reich haviam-se refugiado, para conduzí-los para a América
do Sul e para Neuschwabenland (explicações logo após) e colocá-los em segurança nas
bases secretas que os alemães haviam construído fora da Alemanha durante a guerra;
3. logo depois, o Vril 7 teria decolado secretamente para o Japão, mas nós nada mais sabemos.

O que aconteceu com as naves espaciais após a guerra?

Não podemos excluir uma produção de uma pequena série de Haunebu II. As diferentes fotos dos OVNIs que, após 1945, mostram construções tipicamente alemãs dão-nos o que pensar. Alguns dizem que uma parte dos engenhos afundaram no lago Mondsee na Alta Áustria; outros pensam que eles teriam sido enviados para a América do Sul, onde foram transportados em peças desmontadas. O certo é que mesmo que essas peças não tenham chegado à América do Sul, foram aí fabricados com o auxílio de planos de construção de novos aparelhos. Fizeram com que voassem, e uma parte importante dessa tecnologia foi utilizada em 1983 no programa de “experiência Phoenix” projeto precedido pela “experiência Philadelphia” de 1943. (Tratam-se de experiências de teleportação, de materialização e de viagens no tempo pela Marinha Americana que foram coroadas de êxito, mais do que poderia ser imaginado nos sonhos dos mais temerários. Isso seria matéria para outro livro, e também nos afastaria do assunto que abordamos aqui; ver biografia.)
Em 1938 houve uma expedição alemã ao Antártico, conduzida pelo porta-aviões Schwabenland. Os alemães atribuíram-se 600.000 km quadrados de terreno que eles batizaram Neuschwabenland (Nova Suábia). Era uma região sem neve, com montanhas e lagos. Frotas inteiras de submarinos do tipo 21 e 23 tomaram mais tarde a rota para Neuschwabenland. Até hoje, mais de cem submarinos alemães aí desapareceram. Eles estavam equipados, entre outras coisas , com tuba Walter, que lhes permitira permanecer várias semanas sob a água. Podemos pensar que eles fugiram para Neuschwabenland com os discos voadores em peças desmontadas ou que eles tenham ao menos, levado os planos de construção. Podemos supor também, pois os ensaios de vôo foram coroados de sucesso, que no fim da guerra os discos voadores foram para lá diretamente.
Essa suposição pode parecer ousada para muitos, mas vários indícios importantes permitem, entretanto, imaginar que isso aconteceu dessa forma. Podemos então fazer a pergunta: ‘Por que os Aliados invadiram a Antártica sob as ordens do almirante E. Byrd, em 1947? Se isso fosse somente uma expedição, porque Byrd tinha à sua disposição 4.000 soldados, um navio de guerra, um porta-aviões todo equipado e um completo sistema de abastecimento? Ele dispunha de 8 meses, e no entanto, foi obrigado, já no final de oito semanas, a interromper tudo, após ter sofrido enormes perdas de aviões. O número exato jamais foi comunicado publicamente. O que aconteceu então?
O almirante Byrd explicou mais tarde para a imprensa:

É duro de compreender, mas no caso de uma nova guerra, será preciso esperar
ataques de aviões que podem voar de um pólo a outro.




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Ele deixou assim transparecer que havia lá do outro lado uma civilização avançada que se servia, de acordo com os SS, de uma tecnologia superior.
Em seu livro Zeitmaschinen (Máquinas de Tempo) onde se pergunta, entre outras coisas, o que aconteceu com os Haunebu, Norbert Jünge-Ratthofer escreveu:

Desde maio de 1945, os piões espaciais Haunebu I, II e III e mesmo os discos voadores espaciais Vril 1 desapareceram, primeiro sem deixar traços [...] Nesse contexto, é extremamente interessante saber que o Haunebu III do Reich alemão, após seu 19° ensaio de vôo, teria fugido voando para Marte, para uma expedição espacial em 20 de abril de 1945, decolando de Neuschwabenland, que era então oficialmente um imenso território do Reich alemão na Antártica oriental. O que resultou disso, nós não sabemos. Um ano mais tarde, em 1946, numerosos objetos luminosos de origem desconhecida, mas fabricados indubitavelmente de forma artificial, foram vistos acima da Escandinávia e provocaram um grande alarme nos Aliados no Oriente e no Ocidente.
Novamente, um ano mais tarde, em 1947, e até nos nossos anos 50, objetos voadores luminosos surgiram acima da América do Norte em crescente número. Eles eram pilotados, isto é certo, por seres inteligentes, eram freqüentemente redondos, em forma de disco ou de um sino, eram também às vezes “objetos voadores não identificados” em forma de charuto, os quais são denominados OVNIs.

Existem autores que dizem que esses “OVNIs” não se assemelhavam, em regra geral, aos fabricados pelo Reich alemão. Sobre esse ponto minha opinião diverge.
Material fotográfico bem documentado prova que especialmente a versão Haunebu II foi vista, e mesmo com freqüencia, desde 1945. Se o leitor estivesse interessado, como eu, desde os 10 anos, no mundo técnico dos OVNIs, poderia verificar que, entre os casos onde houve contatos pessoais com os ocupantes dos OVNIs, existe uma porcentagem particularmente elevada de seres muitos belos da espécie “ariana”, loiros de olhos azuis, e que estes falavam ou o alemão corrente ou outra língua com acento alemão (para os informados, mencionamos o caso de Adamski, em 1952, o caso de Cedric Allingham, em 1954, e aquele de Howard Menger, em 1956).
Dizem também que existem fotos coloridas de um disco voador que aterrissou com homens para partir logo em seguida, e sobre o qual estavam desenhadas duas cruzes, uma Balkenkreuz e uma cruz gamada. Essas fotos foram feitas nos anos 70 por um guarda noturno na RDA.
Existe a propósito dos engenhos voadores acima mencionados um bom dossiê de fotos e filmes, como por exemplo, a documentação com 60 minutos, UFO Geheimnisse des 3.° Reiches (Segredos dos OVNIs do 3.° Reich) (MGA Áustria/Royal Atlantis - Film GmbH). Citamos também o dossiê do americano Vladimir Terziski, que por ocasião da conferência sobre os OVNIs em setembro de 1991 em Phoenix, no Arizona, projetou diapositivos durante três horas e mostrou as fotos de naves alemãs, de planos de construção e de bases subterrâneas alemãs. O livro do comandante da aeronáutica italiana Renato Vesco é também muito interessante, assim como aquele de Rudolf Lusar: Die Deutschen Waffen und Geheimwaffen des Zweiten Weltkrieges und ihre Weiterentwicklung (As armas alemãs e as armas secretas alemãs da Segunda Guerra Mundial e seu desenvolvimento ulterior); J. F. Lehmanns Verlag, München, 1971.
Compreendeis agora porque tudo o que se refere aos OVNIs passa pela mistificação na grande mídia, e isso particularmente na Alemanha? Segundo esse plano alemão, o mundo da imprensa e da mídia, que é controlada pelos Illuminati graças ao lobby angloamericano-sionista, está prestes a investir somas enormes para impedir que o cidadão alemão faça investigações nesse domínio.
A pergunta que podemos colocar agora é a seguinte: De onde as sociedades secretas alemãs Thule e Vril conseguiram os conhecimentos indispensáveis para a construção desses engenhos voadores? E de onde lhes vinha o saber concernente ao dom da genética, domínio no qual os alemães estavam igualmente muito avançados em relação às outras nações?
Segundo os dizeres de Herbert G. Dorsey e de outros pesquisadores, eles foram auxiliados não somente pelos contatos telepáticos com os extraterrestres que lhes forneciam planos de construção, mas também pelo estudo da propulsão de uma nave não-terrestre que teria caído intacta na Floresta Negra em 1936. Mas não existe nenhuma prova, praticamente, desse acontecimento, nem testemunhas oculares ainda vivas.
Entretanto, essas provas existem nos EUA, e mesmo em grande número. Na mesma época, os americanos registraram uma série de objetos que se arrebentavam no solo, o que não pode se manter completamente oculto. Falaremos disso mais tarde. Voltemos à política. Durante o tempo que I. G. Farben sustentou Hitler, seu parceiro de cartel, a Standard Oil (Rockefeller) organizava o povo contra os nazistas. Assim também, a Ford Motor Company fabricava armamentos militares para o exército americano, mas produzia, ao mesmo tempo, na Alemanha veículos militares para os nazistas. Ford e Opel (filial da General Motors que é controlada por J. P. Morgan) eram os dois maiores fabricantes de carros na Alemanha de Hitler.

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Não importa qual o vencedor, as multinacionais eram, desde o início, vencedoras. É segundo esse mesmo princípio que muitos empreeendimentos trabalhavam durante a Segunda Guerra Mundial.
Por que nada disso consta nos livros escolares ou nas enciclopédias? E particularmente na Alemanha, onde reina aparentemente a liberdade de imprensa e onde se ensina a verdade?
Uma das razões é a seguinte: a fundação Rockefeller distribuiu, em 1946, US$ 139.000 para que se apresentasse ao público uma versão oficial da Segunda Guerra Mundial que dissimulasse todo o auxílio dos banqueiros americanos para a edificação do regime nazista e que passasse também em silêncio a ideologia mística e oculta desse regime. Um dos principais doadores era a Standard Oil Corp. de Rockefeller.


Última edição por cineas em Sex 18 Set - 10:21:09, editado 1 vez(es)
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Mensagem por cineas em Sex 18 Set - 21:35:33

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Mensagem por cineas em Seg 28 Set - 11:12:17

Criador de míssil nazista foi decisivo para viagens à Lua



Armas Secretas do 3º Reich – As “Sonderwaffen” de Adolf Hitler 0,,2974807_1,00 Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Wernher von Braun (c), ao lado de John F. Kennedy (d)


Um dos principais responsáveis pela bem-sucedida viagem à Lua da missão Apollo 11 foi o engenheiro alemão Wernher von Braun. Especialista em foguetes, ele colaborara com os nazistas durante a Segunda Guerra Mundial.





O engenheiro alemão Wernher von Braun, considerado o pai dos mísseis nazistas V2, teve também um papel importante na construção do foguete Saturno V, que auxiliou a missão Apollo 11, tripulada pelos astronautas norte-americanos Neil Armstrong, Edwin Aldrin e Michael Collins, a pousar na Lua em 20 de julho de 1969.
Nascido em 1912, Von Braun foi, segundo a descrição que consta do site da Nasa, "um dos mais importantes desenvolvedores de foguetes e campeão da exploração do espaço durante o período entre 1930 e 1970".
O engenheiro nascido em Wirsitz (hoje Wirzyzk, na Polônia) se tornou um cidadão dos Estados Unidos em 1955 e morreu em 1977 no estado da Virgínia, vítima de câncer no fígado, aos 65 anos.
Von Braun era um apaixonado por voos espaciais e em 1929, com apenas 17 anos, filiou-se à Verein für Raumschiffahrt, a associação alemã para viagens espaciais. "Quando eu tinha 13 anos, ganhei um telescópio dos meus pais. E por muitas noites me ocupei dele, observando a Lua e as estrelas", relatou certa vez.
Mísseis V2 e o nazismo
Armas Secretas do 3º Reich – As “Sonderwaffen” de Adolf Hitler 0,,2974761_1,00Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Von Braun explica o funcionamento de um foguete num filme da DisneyPara realizar o sonho de construir foguetes, em 1932 ele ingressou no Exército alemão para trabalhar na construção de mísseis balísticos. Paralelamente, seguiu seus estudos, obtendo um doutorado em Física em 1934.
Von Braun obteve fama por ter liderado a equipe que produziu os primeiros mísseis balísticos, os V2, utilizados pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Até hoje, o papel do engenheiro nesse projeto é alvo de debates e polêmicas.
Os foguetes eram produzidos na fábrica de Nordhaussen, perto do campo de concentração de Dora, conhecido pelo uso de trabalhos forçados. Estima-se que milhares de pessoas morreram durante a produção dos mísseis V2.
Com 15 metros de comprimento e pesando 12 toneladas, tais mísseis desenvolviam uma velocidade superior a 5.000 quilômetros por hora e eram equipados com motores movidos a combustível líquido.
Eles podiam carregar mais de uma tonelada de explosivos por até 750 quilômetros. A partir de setembro de 1944, seu potencial de desvastação foi comprovado em ataques a diversas cidades europeias, principalmente a Londres e a Antuérpia.
Rendição aos EUA
No início de 1945, Von Braun percebeu que a Alemanha perderia a guerra e começou a organizar sua rendição, junto com cerca de 500 dos melhores cientistas e pesquisadores alemães, às forças dos Estados Unidos.
Armas Secretas do 3º Reich – As “Sonderwaffen” de Adolf Hitler 0,,2974825_1,00Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: No centro de controle da Nasa em Cabo Canaveral em 1975 (2º da esq. para a direita)Nos 15 anos que se seguiram ao final da Segunda Guerra Mundial, Von Braun e equipe trabalharam no desenvolvimento de mísseis balísticos para o Exército dos Estados Unidos, incluindo os mísseis Júpiter.
Em 1960, seu centro de pesquisa e desenvolvimento de foguetes foi transferido do Exército para a então recém-criada agência espacial Nasa. As instruções eram claras: trabalhar na construção dos gigantescos foguetes Saturno.
Isso incluía o mais importante de todos, o Saturno V, que equipou tanto a missão Apollo 8 – que levou os astronautas à órbita lunar – quanto a Apollo 11, que pela primeira vez levou um ser humano a pisar no satélite terrestre.
Quando Armstrong desceu do módulo lunar, Von Braun estava na base de controle da Nasa, em Houston, aplaudindo o feito.
A importância da Apollo 11
Armas Secretas do 3º Reich – As “Sonderwaffen” de Adolf Hitler 0,,2974794_1,00Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Ao lado da esposa Maria (1973)"O valor da Apollo para a humanidade não se resume ao fato de seres humanos terem pousado na Lua. Tão importante quanto isso é o fato de que, graças à Apollo, as ciências naturais e a técnica deram um salto quântico do qual o mundo todo tira proveito", afirmou o engenheiro.
Em 1970, a Nasa pediu a Von Braun que liderasse o planejamento estratégico da agência em Washington. Ele concordou, deixando a sua casa em Huntsville, no Alabama, mas decidiu deixar a Nasa em 1972.
Antes de falecer, em 1977, lançou um livro sobre a história da tecnologia de foguetes e das viagens espaciais. Mais tarde, se tornou, ele mesmo, objeto de inúmeros estudos.



Bombas V1 e Bombas V2




Armas Secretas do 3º Reich – As “Sonderwaffen” de Adolf Hitler 01odessaBomba V1 (esquerda) e Bomba V2 (direita)

Em Abril de 1944 a cidade de Londres já estava sofrendo os ataquesa das Bombas V1. Estas bombas vinham da Alemanha, uma das últimas cartadas do comando Alemão.
Dados da Bomba V1:



  • Dimensões aproximadas: diâmetro de 1,3 m x 4 cm comprimento.
  • Combustivel: o de avião à jato, usado pela priemria vez no Planeta Terra (nesta época os Alemães ja tinham começado a fabricar os aviões a jato, se os tais aviões tivessem entrado na guerra época, teriam mudado o curo da Segunda Guerra).
  • Poder de destruiçõa desta bomba: um diametro de 2.000 metros quadrados.
  • Peso: 2 toneladas, incluso o peso do combustivel.
  • Velocidade: 750 km / hora.
Formas de Lançamento de Alvo das Bombas:

  • Rampa fixada e inclinada, direcionada para Londres, com uma velocidade mais rápida que os aviões da época, quando faltava alguns kms terminava o combustivel da Bomba, então elas caiam sobre Londres, causando morte e destruição (não admiramos as mortes e destruição e sim o "cálculo matematico feito na época para acertar o alvo").


Bombas V2:

  • Dimenão aproximada: forma do foguete 2 m de diametro x 6 m de altura.
  • Combustivel: oxigenio liquido + alcool, desenvolvido na época
  • Velocidade: aproximadamente 3.000 km/hora (era como um missil de hoje).
  • Peso: aproximadamente 8 toneladas.
  • Bombas Lançamento: 2.672
  • Poder destruição: um diametro de 5.000 metros quadrados
Estas Bombas eram indefensavel porque vinha de cima para baixo. Estas Bombas partiram de rampas móveis (geralmente de cima de caminhões). Os Alemães fazim o cálculo matemático da parábola para lançar esta bomba da Alemanha até Londres.

Os Alemães contaram com a experiencia de Fon Braun para desenvolver as Bombas V1 e V2. Em 1922 o jovem engenheiro Fon Braun começou o estudo dos foguetes e em 1944 foi convencido ajudar o Raich, transformando os bons resultados de suas experiencias em bombas destruidoras.



Londres:

Os ingleses conseguiram diminuir os efeitos destas bombas, colocando baterias antiaereas no litoral, destruindo as tais bombas antes de entrar no continente Britânico.

As Bombas V1 só pararam quando as Bomba V2 começaram (foi em setembro de 1944).


Armas Secretas do 3º Reich – As “Sonderwaffen” de Adolf Hitler Londres+1944Londres 1944


Armas Secretas do 3º Reich – As “Sonderwaffen” de Adolf Hitler Londres+destrui%C3%A7%C3%A3o+apos+bombardeioLondres 1944 - Destruição da Bomba V1
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