A Aviação do Exército Brasiseiro

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Mensagem por cineas em Qui 7 Jan - 8:38:57

A Aviação do Exército Brasiseiro


A Aviação do Exército Brasiseiro Sem_ta19

A Aviação do Exército (AvEx) é o segmento aéreo do Exército Brasileiro e foi recriada com o objetivo primaz de proporcionar aeromobilidade ao mesmo. Além disso, ela carrega consigo o desígnio de ser um vetor de modernidade para, com isso, constituir-se num pólo de absorção, domínio e difusão de tecnologia e doutrina deste segmento da guerra moderna. Para tanto, a cada dia, a Aviação do Exército vem se desenvolvendo pelo constante aprimoramento técnico-profissional de seus integrantes, pelo adestramento operacional de seus elementos orgânicos e pelo aperfeiçoamento das doutrinas atinentes ao emprego da aviação em prol da Força Terrestre.
A Aviação do Exército Brasiseiro Apresentacao_formt_hangar
Apesar de sua recente recriação e dos vários óbices naturais do percurso, a Aviação vem percorrendo com êxito o seu caminho, ou melhor, o seu vôo. Estas páginas eletrônicas têm por finalidade ser uma fonte de informações da Aviação do Exército e de seu caminhar, tanto para o público interno do Exército como para aqueles que queiram saber algo sobre as asas da Força Terrestre.
Ao percorrê-la, o internauta poderá conhecer as origens da Aviação Militar a partir de sua gênese, ocorrida nos campos de batalha da Guerra da Tríplice Aliança e por iniciativa do Duque de Caxias; a época laureada pelo destemor e audácia dos primeiros aeronavegantes e pela utilização das primitivas máquinas voadoras do princípio do século e o ressurgimento de uma aviação apta ao terceiro milênio, com o mesmo espírito dos pioneiros e alçada pela tecnologia, capacitação e profissionalismo. Além disso, visa à difusão da constituição e organização da AvEx pela apresentação das Organizações Militares que a compõem e das aeronaves empregadas.

Não se pode deixar de retratar, também, alguns dos aspectos de Taubaté, cidade próspera e de ricas tradições que tão bem acolheu a Aviação do Exército. Desejamos ao visitante uma feliz navegação e que tenha os seus anseios de informações atendidos.
A Aviação do Exército Brasiseiro Apresentacao_pronto_emprego



HISTÓRICO

A origem da Aviação do Exército tem como cenário os campos de batalha de Humaitá e Curupaiti, na Guerra da Tríplice Aliança. Ao Patrono do Exército, Duque de Caxias, coube o pioneirismo de empregar balões cativos em operações militares na América do Sul, com a finalidade de observar as linhas inimigas. A Aviação do Exército Brasiseiro Historico_ricardokirkApós a Guerra, foi criado o Serviço de Aerostação Militar, cujas atividades balonísticas se desenvolveram por mais quarenta e sete anos.

Em 1913, foi criada a Escola Brasileira de Aviação no Campo dos Afonsos, no Rio de Janeiro-RJ, ocasião em que foram adquiridos os primeiros aviões do Exército de fabricação italiana. Em 1915, esses aviões foram empregados sob o comando do General Setembrino, na Campanha do Contestado. O Então, Tenente Aviador Ricardo Kirk, Diretor da Escola de Aviação e Comandante do Destacamento de Aviação, faleceu nesta campanha em 1º de março de 1915 durante uma missão de reconhecimento aéreo onde hoje está localizado o município de General Carneiro-PR. Em reconhecimento pelo seu pioneirismo e inúmeros feitos, o Ten Kirk foi promovido "post mortem" ao posto de Capitão. Também por sua importância, é considerado, por todos os aviadores da Força Terrestre, como o maior herói da Aviação do Exército. Em 1927, a Aviação Militar passou por uma fase de reorganização e desenvolvimento, criando-se a Arma de Aviação do Exército. Com aviões novos e a vinda da Missão Militar Francesa de Aviação, foi dado um grande impulso para a Escola de Aviação Militar e, consequentemente, para a nova Arma. A primeira unidade aérea da Aviação Militar foi criada em maio de 1931, no Campo dos Afonsos, Rio de Janeiro-RJ, e denominada Grupo Misto de Aviação. A Aviação do Exército Brasiseiro Historico_origemavmilEste teve uma atuação destacada no

combate aos revolucionários paulistas na Revolução de 1932. Por decreto presidencial, em 20 de janeiro de 1941,foi criado o Ministério da Aeronáutica, atribuindo-se à Força Aérea Brasileira a exclusividade da realização de estudos, serviços ou trabalhos relativos à atividade aérea nacional, extingüindo-se o Corpo de Aviação da Marinha e a Aviação Militar, encerrando, assim, a fase inicial da Aviação do Exército.</FONT></FONT>



O RENASCIMENTO DA AVIAçAO DO EXERCITO

As experiências e constatações colhidas dos conflitos bélicos, após a Segunda Grande Guerra mostraram a necessidade da força militar terrestre dominar e utilizar a faixa inferior do espaço aéreo, buscando mobilidade tática e o aumento do poder de combate. Acompanhando a evolução de outros exércitos, o Exército Brasileiro conscientizou-se da necessidade de implantar uma aviação própria e, com isso, propiciar um maior poder, mobilidade e flexibilidade à Força Terrestre. Buscando a modernização e a adequação da Força ao novo cenário, na década de 80, o Estado-Maior do Exército iniciou os estudos doutrinários do emprego de aeronaves de asas rotativas em proveito das forças de superfície.

A Aviação do Exército Brasiseiro Historico_instal_89
Canteiro de obras das novas inslações, foto de fevereiro de 1989

Os estudos culminaram na criação da Diretoria de Material de Aviação do Exército (DMAvEx) e do 1º Batalhão de Aviação do Exército (1º BAvEx), em 1986. Fisicamente, a Aviação passou a tomar forma com a instalação do 1º BAvEx na cidade de Taubaté-SP, em janeiro de 1988. Esta localidade foi escolhida, dentre outras, por sua posição estratégica no eixo Rio - São Paulo e por sua proximidade aos importantes centros industriais e de pesquisa na área da aviação, como a Embraer, Helibras e Centro Técnico Aeroespacial. Outro marco da implantação foi a concorrência realizada, em 1987, que culminou com a aquisição de 16 Helicópteros HB 350 L1 - Esquilo (HA-1) e 36 SA - 365 K Pantera (HM-1) do Consórcio Aeroespatiale/Helibras e com a entrega, em abril de 1989, do primeiro helicóptero Esquilo ao 1º BAvEx. Após o recebimento das 52 aeronaves adquiridas e em face da reorganização da AvEx e da necessidade de mais helicópteros, por meio de um termo aditivo ao contrato com o consórcio Aeroespatiale/Helibras, foi comprado um lote de 20 AS 550 A2 FENNEC (versão da Anv HA-1).
A Aviação do Exército Brasiseiro Historico_1anv
Formatura de recebimento do 1º helicóptero (Esquilo HA-1) em 21 Abr 89

Como conseqüência da participação do Exército Brasileiro na missão de observadores militares Peru-Equador (MOMEP), foram adquiridas quatro aeronaves S70-A (Black Hawk) em 1997. Encerrada a missão as aeronaves seguiram da Fronteira Peru-Equador para o Brasil e, em 1999, passaram a integrar o 4º Esqua-drão de Aviação do Exército, sediado em Manaus-AM. Os pioneiros da aviação recente tiveram sua formação nas Forças irmãs e, após absorver, mesclar, adequar e aperfeiçoar os conhecimentos obtidos na Marinha e Aeronáutica, foi possível criar um pólo de difusão de tais conhecimentos na própria AvEx, que hoje, além de formular e estabelecer doutrinas inerentes à aviação, é capaz de formar seus próprios especialistas. Atualmente, centenas de alunos, oficiais e praças são possuidores de cursos ou estágios realizados na AvEx, muitos dos quais estão distribuídos pelo Brasil,A Aviação do Exército Brasiseiro Pioneirospq levando consigo a semente dos ideais da aviação. A cada dia a AvEx consolida-se como uma aviação capaz e exemplar, não somente no cenário nacional mas também no internacional. São mais de 90.000 horas voadas, operando em regiões e climas diversificados, seja na caatinga ou nas imensidões amazônicas, nos pampas ou na cidade. Surpreende pela capacidade de operar em distâncias ditadas pelas dimensões continentais deste país. Destaca-se pela versatilidade, pois, além de apoiar a força militar terrestre, auxilia a comunidade na execução de ações de cunho cívico-social, no resgate aeromédico, na busca e salvamento, no apoio em calamidades públicas e em tantas outras atividades que elevam o nome da instituição. A Aviação do Exército constitui-se num orgulho para todo o coração verde-oliva, pois trata-se de baluarte da eficiência e da modernidade, símbolo do Exército Brasileiro no limiar do terceiro milênio.



O COMPLEXO AvEX


Na cidade de Taubaté, nos últimos anos, vem sendo construído um complexo aeromilitar que impressiona pela sua dimensão e características. O Complexo Aeronáutico Base de Aviação de Taubaté está instalada em uma área de 264 hectares e seu plano piloto possui 73.387 metros quadrados de construções.
Na área operacional, são três grandes hangares distribuídos, sendo um para o Batalhão de Manutenção e Suprimento de Aviação do Exército (B Mnt Sup Av Ex), outro para o 1º Batalhão de Aviação do Exército e o último para o 2º e 3º Batalhões de Aviação do Exército; uma moderna torre de controle de tráfego aéreo; um pátio de estacionamento de aeronaves e um heliponto, além da pista de pouso de uso misto (civil e militar) de 1500 metros, que permite o pouso de aviões de grande porte. A segurança e a operação desta estrutura é possível pela existência de um destacamento de bombeiros e de equipes de apoio de solo e de Busca e Resgate (SAR).

A Aviação do Exército Brasiseiro Complexo_torre
Prédios da Torre de Controle e Bombeiros de Aviação

A área administrativa abriga os pavilhões do QG do Comando de Aviação do Exército (CAvEx) e da administração da Base de Aviação de Taubaté (BAvT), as instalações provisórias do escalão avançado da DMAvEx e do Centro de Instrução de Aviação do Exército (CIAvEx), além de alojamentos e refeitórios.
A Aviação do Exército Brasiseiro Complexo_capela

A Base conta ainda com uma área residencial com 288 unidades para oficiais, sargentos, cabos e soldados, praça comercial com bancos, restaurante, papelaria, lanchonetes e outros estabelecimentos, inclusive um hotel de trânsito e a Capela Nossa Senhora de Loreto. Nesta área está sediado o Aeroclube Regional de Taubaté e, junto à pista, o terminal de passageiros construído pela Prefeitura de Taubaté.
A Base conta ainda com uma área residencial com 288 unidades para oficiais, sargentos, cabos e soldados, praça comercial com bancos, restaurante, papelaria, lanchonetes e outros estabelecimentos, inclusive um hotel de trânsito e a Capela Nossa Senhora de Loreto. Nesta área está sediado o Aeroclube Regional de Taubaté e, junto à pista, o terminal de passageiros construído pela Prefeitura de Taubaté.
A Aviação do Exército Brasiseiro Complexo_aeroclubette



OGANIZAÇÕES MILITARES DA AVIAÇÃO DO EXERCITO


A Aviação do Exército Brasiseiro Capa
A Aviação do Exército Brasiseiro Bol_cavex
CAvEx

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BAvT
A Aviação do Exército Brasiseiro Bol_ciavex
CIAvEx
A Aviação do Exército Brasiseiro Bol_btl_mnt_sup
Btl Mnt Sup Av Ex
A Aviação do Exército Brasiseiro Bol_1bavex
1º BAvEx
A Aviação do Exército Brasiseiro Bol_2bavex
2º BAvEx
A Aviação do Exército Brasiseiro Bol_3bavex
3º BAvEx
A Aviação do Exército Brasiseiro Bol_4bavex
4º BAvEx
Clique nas imagens acima para saber mais sobre as OM da AvEx






A Aviação do Exército Brasiseiro Banner_anv

O uso de helicóptero tem por objetivo proporcionar deslocamentos rápidos e precisos, de forma a iludir ou desorientar os sistemas de defesa do inimigo, possibilitando ligações de comando e a observação, a vigilância em amplas áreas, o que resulta na economia de efetivos e de materiais. Este, ainda, na guerra moderna, constitui uma excepcional arma contra carros de combate e viaturas blindadas.




HB 350 L1 - Esquilo (HA-1)
AS 550 - Fennec (HA-1)

A doutrina de emprego da Aviação do Exército prevê missões de reconhecimento e de ataque executadas por aeronaves. Para cumpri-las, a AvEx lança mão dos helicópteros Esquilo (HB 350 L1) e de sua versão aprimorada, o Fennec (AS 550), designados helicópteros de ataque (HA-1).

A doutrina de emprego da Aviação do Exército prevê missões de reconhecimento e de ataque executadas por aeronaves. Para cumpri-las, a AvEx lança mão dos helicópteros Esquilo (HB 350 L1) e de sua versão aprimorada, o Fennec (AS 550), designados helicópteros de ataque (HA-1).
[size=9]Ambas são aeronaves de pequeno porte dotadas de um único motor Arriel de 625 Hp, o que proporciona uma grande reserva de potência, mesmo operando com peso máximo.
Tratam-se de aeronaves ágeis, rápidas, versáteis e com considerável autonomia de vôo (três horas) e velocidade (podem atingir até 287 Km/h), características que as avalizam para o emprego em reconhecimentos - quando se quer chegar rapidamente até o inimigo, observá-lo e retornar sem ser visto -
e em missões de ataque, pois podem ser armadas com metralhadoras .50 e foguetes SBAT 70, nos quais podem ser usadas ogivas anti-carro e anti-pessoal, dentre outras. A Aviação do Exército Brasiseiro Anv_esq_sar

Além de cumprir suas missões primordiais, esses helicópteros são utilizados em evacuações aeromédicas, transportes de carga externa (750 Kg por meio de gancho externo), infiltração e exfiltração de pessoal (através de Rapel, Mac Guaire e Hello Casting), podendo, com o uso de guincho, içar cargas de até 136 kg de locais em que não possam pousar.

O Esquilo, por sua versatilidade, potência e simplicidade de manutenção con-tribui significativamente para a operacionalidade da AvEx.
Ambas são aeronaves de pequeno porte dotadas de um único motor Arriel de 625 Hp, o que proporciona uma grande reserva de potência, mesmo operando com peso máximo.

Tratam-se de aeronaves ágeis, rápidas, versáteis e com considerável autonomia de vôo (três horas) e velocidade (podem atingir até 287 Km/h), características que as avalizam para o emprego em reconhecimentos - quando se quer chegar rapidamente até o inimigo, observá-lo e retornar sem ser visto - e em missões de ataque, pois podem ser armadas com metralhadoras .50 e foguetes SBAT 70, nos quais podem ser ogivas anti-carro e anti-pessoal, dentre outras.

Além de cumprir suas missões primordiais, esses helicópteros são utilizados em evacuações aeromédicas, transportes de carga externa (750 Kg por meio de gancho externo), infiltração e exfiltração de pessoal (através de Rapel, Mac Guaire e Hello Casting), podendo, com o uso de guincho, içar cargas de até 136 kg de locais em que não possam pousar.

O Esquilo, por sua versatilidade, potência e simplicidade de manutenção con-tribui significativamente para a operacionalidade da AvEx.


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Mensagem por cineas em Qui 7 Jan - 8:56:16




AS 365 K - Pantera (HM-1)

Com a aquisição dessa aeronave, o Exército passou a ter o meio de manobra que lhe permitiu utilizar a terceira dimensão do teatro de operações na condução de suas operações.

Conceitualmente, o Pantera é um helicóptero de manobra da Aviação do Exército (HM-1), tendo como missão primordial o transporte de tropa em operações aeromóveis. Em face de suas características, pode ser empregado também em missões secundárias, tais como reconhecimento, apoio à guerra eletrônica, busca e salvamento, evacuação aérea e transporte de carga. Assim como o Esquilo, o Pantera é de procedência francesa, sendo concebido segundo a mais evoluída tecnologia aeronáutica. A Aviação do Exército Brasiseiro Anv_pantera_02

A Aviação do Exército Brasiseiro Anv_pantera_01


Impulsionado por dois motores Arriel de 653 Hp, transporta nove homens - um grupo de combate - além de sua tripulação. Pode conduzir até 1600 Kg de carga externa e, em circunstâncias ideais, atingir a velocidade de 324 Km/h. Modernos equipamentos de navegação permitem ao Pantera realizar vôos precisos, inclusive o vôo por instrumentos, praticado em situações de baixa ou nenhuma visibilidade. Recentemente a aeronave adquiriu poder de fogo com a instalação de metralhadoras laterais (7,62 mm).

Com seu troar característico, o Pantera já percorreu todos os rincões deste pas continente, levando consigo os ideais e a imagem de um exército moderno.


A Aviação do Exército Brasiseiro Anv_pantera_embarque
Embarque de tropas de Pronto-Emprego



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A Aviação do Exército Brasiseiro Panter11

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S70A - Black Hawk (HM-2)




A Aviação do Exército Brasiseiro Anv_blackhawk_rio
A aeronave S70A - Black Hawk (HM-2), helicóptero de manobra básico, foi concebido a partir das experiências do Exército Americano na Guerra do Vietnã. Adquirido inicialmente para emprego na Missão de Observadores Militares Equador-Peru (MOMEP) ao final da missão as aeronaves passaram a integrar a frota de helicópteros do 4º Esquadrão de Aviação do Exército (4º Esqd Av Ex), sediado em Manaus-AM.

Apto para operar em qualquer parte do globo terrestre, seja em regiões frias ou de altas temperaturas, graças a sua configuração e sua reserva de potência, tem como missão principal o transporte de tropa, sendo capaz de conduzir quatorze homens totalmente
equipados, além da tripulação da aeronave (dois pilotos e um mecânico de vôo). Extremamente versátil, pode ser armado com vários armamentos, como os mísseis do tipo Hellfire, os mesmos que foram utilizados com sucesso na Guerra do Golfo. Sua autonomia é de 3 horas, mas com tanque de traslado pode se estender para cinco horas e meia.

Fabricado pela empresa americana Sikorsky, a aeronave é impulsionada por dois motores General Electric T700-701C de 1940 Hp cada, que lhe permite atingir a velocidade de até 315 km/h e transportar, no seu gancho, até 4.500 kg. Também é dotado de equipamentos que lhe permitem realizar o vôo por instrumentos e está configurado de maneira a possibilitar o vôo com óculos de visão noturna. Seu emprego pela Aviação do Exército nas mais diversas condições e ambientes operacionais faz dessa aeronave trunfo de grande valia no cumprimento das missões atribuídas à Unidade que o possui.

[size=9]A alcunha dada à este modelo de aeronave se deve à semelhança dos traços e perfil com um peixe da região amazônica: Acaribodó ou bodó[



A Aviação do Exército Brasiseiro Anv_blackhawk_2
A Aviação do Exército Brasiseiro Anv_blackhawk_frente



A Aviação do Exército Brasiseiro Blackh10



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A Aviação do Exército Brasiseiro Blackh13





AS 532 UE - Cougar (HM-3)

COUGAR

Designação Civil: Cougar AS 532 UE
Designação no Exército Brasileiro: HM-3


A Aviação do Exército Brasiseiro Anv_cougar02
O Cougar UE é uma das várias versões da família militar da aeronave SUPER PUMA MK1, fabricado pela empresa francesa EUROCOPTER.
[size=9]Capaz de transportar até 27 homens, entre passageiros e tripulação, o Cougar UE, eperado pelo Exército Brasileiro, está apto para emprego em missões de combate, apoio ao combate e apoio logístico
[size=9]Possui diversos equipamentos e acessórios opcionais, entre os quais: posto de pilotagem blindado e compatível com NVG (óculos de visão noturna), duas metralhadoras 7,62 mm laterais,ganchos de 4,5 Ton, guincho de 272 Kg, 06 macas para Evacuação Aeromédica e cinco tanques de combustível suplementares que lhe conferem até 7,5 horas de autonomia.



A Aviação do Exército Brasiseiro Anv_cougar03

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Mensagem por cineas em Qui 7 Jan - 9:30:03

A SEGURANÇA DE VÕO
A etapa inicial de formação de pessoal, que se iniciou em março de 1986, foi de suma importância no processo de implantação da Filosofia de Segurança de Vôo.
Com a colaboração imprescindível da Marinha do Brasil e da Força Aérea Brasileira que, além de fornecerem as primeiras turmas de aeronavegantes do Exército, possibilitaram que estes conhecessem a importância da atividade de prevenção de acidentes aeronáuticos.

A partir de 1987, oficiais começaram a freqüentar os Cursos de Segurança de Vôo e os Estágios do Fator Humano e Material, que foram realizados no Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos do Ministério da Aeronáutica (CENIPA), por meio dos quais o Exército obteve contato com a concepção da Filosofia de Segurança de Vôo.

A Filosofia que tem como meta a Prevenção de Acidentes e Incidentes Aeronáuticos, até então inédita na rotina operacional e administrativa das Organizações Militares da Força Terrestre, foi de pronto adotada na estrutura organizacional da Aviação do Exército.

Em 03 de julho de 1989, foi criado o Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos do Exército (SIPAAEx) e estabelecidas as diretrizes para o seu funcionamento, fundamentadas nos seguintes objetivos:


  • estabelecer as atribuições e competências aos órgãos e elementos constitutivos, a fim de otimizar o funcionamento do SIPAAEx;
  • priorizar os fatores que contribuem para o acidente ou inicidente aeronáutico e a forma como ocorrem, recomendando, exclusivamente, medidas preventivas e corretivas que possam evitar sua repetição;
  • implantar na Aviação do Exército, uma filosofia de segurança ao nível de exigência requerida pela atividade aérea;
  • integrar a Aviação do Exército à atividade SIPAER vigente no pais, respeitadas as particularidades inerentes às atividades aéreas operacionais do Exército; e
  • montar um Programa de Prevenção de Acidentes Aeronáuticos eficiente para a Aviação do Exército.
A Aviação do Exército Brasiseiro Cougar_segvoo
A operacionalização da Segurança de Vôo consolidou-se com a Portaria Interministerial Nr 001, de 08 de Agosto de 1995, cuja diretriz estabelece procedimentos a serem aplicados em caso de acidente ou incidente aeronáutico no âmbito das Forças Armadas, de modo a integrar esforços a fim de manter elevado o nível de Segurança de Vôo na atividade aérea militar brasileira.

Nas atividades da Aviação do Exército, a mentalidade de Segurança de Vôo deve estar presente, em todos os níveis, servindo como um elemento aglutinador de conceitos, a fim de permitir que todas as missões sejam cumpridas com segurança, a despeito das adversidades citadas.

De acordo com os princípios da Segurança de Vôo, o Sistema é composto por todos os integrantes da Aviação do Exército. É estruturado pelo seu órgão central, a Seção de Investigação e Prevenção de Acidentes da Aviação do Exéricto (SIPAAEx) sediado em Brasilia/DF, e pelas demais seções similares existentes no Comando de Aviação do Exército em todas as Organizações Militares da Aviação do Exército, as SIPAA.

Como assessores diretos dos Comandantes, que são os responsáveis pela Segurança de Vôo de suas Unidades, os Chefes das SIPAA, além de investigarem acidentes e incidentes dos respectivos Comandos Investigadores, direcionam sua rotina de trabalho para, por meio de um trabalho contínuo, identificar e avaliar os potenciais de risco, propondo recomendações de segurança aos seus respectivos Comandantes e, no contexto das atividades educativas, executar ações que visem à manutenção de mentalidade de Segurança de Vôo junto ao seu pessoal.

Do exposto identifica-se que o SIPAAEx integra o Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos do Brasil, integrando-se ao Sistema de Segurança de Vôo da Marinha - SIPAAerM e do Ministério da Aeronáutica - CENIPA.
Links Sobre segurança de vôo



- CENIPAwww.cenipa.aer.mil.br
- SIPAerMwww.mar.mil.br/daerm
SAR

A Aviação do Exército Brasiseiro Sar_resgateA Aviação do Exército, ciente dos riscos que suas atividades envolvem, decidiu, em 1990, enviar um oficial e quatro sargentos para a FAB a fim de se especializarem nas atividades de Busca e Salvamento. Hoje, passados 14 anos, o SAR (Save And Rescue) está presente em toda a Aviação do Exército, seja com o seu Pelotão ou com pequenos grupos em todas as Unidades Aéreas, sempre trabalhando e, se preciso for, lutando..."Para que outros possam viver!"

"BUSCA"

A Aviação do Exército Brasiseiro Sar_imagem



COMO INGRESSAR


O ingresso nessas instituições é aberto a qualquer brasileiro. A função que irá exercer, de imediato, depende do nível de escolaridade da qualificação profissional do candidato.



A Aviação do Exército Brasiseiro Ingressar_no_eb
A Aviação do Exército Brasiseiro Ingressar_na_avex
A Aviação do Exército Brasiseiro Ingressar_formatura



PUBLICAÇÕES E VIDEOTECA DA AvEX

videoteca :
http://www.cavex.eb.mil.br/videos/videoteca.html

Revista Dédalo
http://www.cavex.eb.mil.br/informacoes/dedalo/dedalo_%202008.pdf

E-mails das unidades d Aviação do Exército




Comando de Aviação do Exército</FONT>
e5@avex.eb.mil.br
Base de Aviação de Taubaté
bavt.rp@avex.eb.mil.br
Batalhão de Manutenção e Suprimento Av Ex
bms.rp@avex.eb.mil.br
Centro de Instrução de Aviação do Exército
ciavex.srp@avex.eb.mil.br
1º Batalhão de Aviação do Exército
1bavex.rp@avex.eb.mil.br
2º Batalhão de Aviação do Exército
2bavex.rp@avex.eb.mil.br
3º Batalhão de Aviação do Exército
3bavex.rp@avex.eb.mil.br
4º Batalhão de Aviação do Exército
4bavex@avex.eb.mil.br

A Aviação do Exército Brasiseiro Eb_logo

A Aviação do Exército Brasiseiro Capa

Agradecimentos


Base de Aviação de Taubaté
Centro de Instrução de Aviação do Exército
</SPAN>
1º Batalhão de Aviação do Exército
</SPAN>
2º Batalhão de Aviação do Exército
4º Batalhão de Aviação do Exército
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